Wilson das Neves no Sesc Pompéia

Wilson das Neves
Conhecido como o “personal-baterista” de Chico Buarque, é uma referência da MPB no instrumento. Trabalhou, desde os anos 1950, com Sarah Vaughan, Michel Legrand, Clara Nunes, Elizete Cardoso, Beth Carvalho, Roberto Carlos, Elis Regina e Elza Soares, entre outros nomes de destaque. 

Desde 2003 é integrante do combo carioca Orquestra Imperial, sendo cantor e compositor parceiro dos jovens integrantes do grupo. Conta com vários discos gravados, entre eles Som Quente é o Das Neves (1966, relançado em 1976), Samba Tropi - Até aí morreu Neves (1970), O Som Sagrado de Wilson das Neves (1996) e Pra Gente Fazer Mais um Samba (2010), com o qual conseguiu a indicação como Melhor Cantor e Melhor Álbum pelo Prêmio da Música Brasileira 2011, tendo vencido nesta última categoria. Neste show, apresenta repertório de parcerias com Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, entre outros. 

Com Zé Bigorna (sax e flauta), Zé Luiz maia (contrabaixo), André Tandeta (bateria), João Rebouças (piano), Armando Marçal (percussão) e, como convidados especiais, Gabriel Muzak (guitarra e cavaquinho) e Pedrão Seletores (trompete). 

Choperia. A choperia é classificada como casa noturna em função da venda de bebidas alcoólicas. Ingressos à venda a partir de 25/04 pela rede ingressoSESC. 

SESC Pompéia
Rua Clélia, 93 – Pompéia
São Paulo – SP
Tel.: 11 3871-7700

3 perguntas para... Wilson das Neves

VEJA SÃO PAULO — O senhor fica bastante à vontade nos shows de Chico Buarque. De onde vem essa desenvoltura?
Wilson das Neves — Todo aquele alvoroço deixa o Chico inibido, então eu tento descontrair. Como está tudo escuro e eu não enxergo ninguém na plateia, me solto. É aí que converso, peço para as pessoas me aplaudirem, dou risada... Tenho carta branca da chefia para fazer de tudo ali. Em São Paulo, uma garota até invadiu o palco. Os seguranças pensaram que a moça iria correr atrás do Chico, mas, tadinha, ela só queria me dar um abraço. É bom interagir com a juventude nesta altura da vida.

VEJA SÃO PAULO — Como surgiu a ideia de ter seu próximo álbum, “Se Me Chamar, ô Sorte”, financiado pelos fãs na internet?
Wilson das Neves — Eu nem sabia que existia essa possibilidade. Foi uma ideia dos produtores e, se der certo, é sinal de que estão prestando atenção em mim. Neste disco vai ter choro, samba, coco e várias parcerias, entre elas Paulo César Pinheiro e Nelson Sargento. Vou incluir também uma nova do Chico Buarque, “Samba para João”, em homenagem ao meu bisneto de 3 anos. O CD não deve demorar para sair e, no mesmo período, pretendo lançar um livro e um DVD sobre a minha vida. Ô sorte (risos)!

VEJA SÃO PAULO — O que o senhor está preparando para o show no Sesc Pompeia?
Wilson das Neves — Eu sempre misturo músicas dos discos “O Som Sagrado de Wilson das Neves” (1996), “Brasão de Orfeu” (2004) e “Pra Gente Fazer Mais Um Samba” (2010). Se eu não fizer isso, começo a esquecer as letras. Aí dá problema. 

Fonte: Sesc e Veja SP


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Dudu Tsuda lança álbum solo no Sesc Pompéia

Dudu Tsuda

Lançamento do CD Le Son Par Lui Même. O músico, que já foi tecladista das bandas Trash Pour 4, Cérebro Eletrônico, Jumbo Elektro e Pato Fu, lança seu primeiro trabalho solo, cujas músicas são elaboradas sobre arranjos experimentais, que reúnem estruturas complexas composicionais da música contemporânea, associadas a melodias de folk e rock alternativo. 

SESC Pompéia
03.05.2012 | 21h30
R. Clélia, 93 - Pompéia Tel.: 3871-7700
$ 4 a 16

Fonte: Madmag


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